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segunda-feira, 4 de julho de 2011


Hey Yo Yo…
Please, Could u just keep me alone
Nothing doesn` t metter when i gotta microphone
All this shit i spit through my spark bloody tongue
Exposing your miseries outta whole babylon.

At night u' re sleeping wiv ur heavy head as led
Just thinking about all the money that u bet
Man, what`s up
Don` t let ur dreams be wrecked
Cos` State polices u wiv millions eyes of glass.

So… Let blur then stroke
Undercover by the love inside a bubble of smoke

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Filhos do Mundo Sem Ideologia (2003)


Filhos do mundo sem ideologia
Não há Marx, Bakunin ou Guevara
Nem Jazz, nem Rock , Punks ou Rastas
Tudo você pode comprar - Todos você pode xingar
Tá ligado, até Jesus encomendou um carregamento de HK
De Stalin para Hitler _Ele queria realmente se vingar...
 Jesus ! judeu ?…fodeu….matou…perdeu
Numa onda acida dos purpuras seiscentistas
Seguida da onda fútil de brancos idealistas
Marx, Lenin e Guevara
Jesus , Lennon e Frank Sinatra
Positivismo é anarquismo de fumadores de haxixe
Paz, amor, flores e poder para os negros
Pantera Negra e o Inspetor CIA
Pantera cor de rosa no Posto 8 de calcinha
Classe média cristã judaica crucificada pela ignorância da miséria da filosofia divina
Guerra das imagens e consumo
Quem tem a veia mais espessa que a minha ?
Minha cabeça desliga… quando a tv liga
Abstraia com a fumaça - Suma na neblina
Insista! Como eles fazem com o dedo na ferida
Vigilante ou soldado plantado na esquina
ASFARC - Cholos - Alquimia
Coca em todos os lados  
Coca na Santa Ceia
Coca até a areia
Coca para os hippies, punks e querubins
Coca para os comunas, anarcos e tupis
Coca pra mamãe , pro papai e pra vovó
Quem quer um pedaço da orelha Van Gogh ?
Beijinho da Xuxa e um cheirinho de lóló.
Satanás veio a terra pra convidar Madre Teresa de Calcutá
A conhecer a India e se penalizar por lá
"Krishna, Buda, Jesus ou Allah"
Choque de ordem no Limbo e no Terreiro
Iansã, Omulú - Ô Iaiá
Ferida aberta na cabeça do povo Brasileiro
Tranca rua e as esquinas - Saravá pra saudar o inferno rotineiro
Pedófilos Capitalistas de pele rosada levam no cú pasta base para Malásia
Passa pela India pra encontrar Krishna - Os arianos pagãos da trindade cristã
Cuidado neguinho com o trabalho para Ogâ
"Filhos do mundo sem ideologia - loucos e tolos, drogados pela rotina"
Padre veado abusa criancinha
Pastor alucinado na tv chuta Maria
Arritmia - sofre a gorda suburbana plantada na janela
Observando a vida alheia - falando mal dela
Condenando vossa imagem a inquisição
A  espera de Lord Galactus e seu arauto prateado
O fim do mundo foi " mandado "
Nostradamus, Calendário Maia, pai de santo charlatão
Heróis de gibis, heróis de papel - só comando em ação
Papel para te fazer forte como o herói
Se embrenha no mato com Kant e Walt Whitman
Uma casinha constrói - Destrói
A gana pra lutar contra a Babylon
Na estúpida covardia capitalista
Esbanja 1500 conto no Satyricon
Num mundo sem ideologias...vc pode vomitar toda sua anarquia...
Numa rede de monotonia rompida pela nostalgia
Youtube, porntube, Facebook, Outlook
Consuma a falta de ideologia depois mate seu ídolo
Basta recordar que não se tem nada a perder
tão pouco ganhar... 
papel, papel e papel
dinheiro = coca = papel...
papel para não escrever
papel para enrolar e esquecer...
lembrar - não se tem nada a perder.
Não há idiotas filosofando 
Nem pensadores cagando
Um perigo indiscritível assumiu o comando
Dois corpos o mesmo espaço andam ocupando
Até a física foi alterada pelo sistema
Desorganizada como as palavras que vomito
No seu ouvido - além de Belo e axe, tem cera
De ouvido a pé de orelha - ressoa a sentença
Nao há ideologia que ponha a mesa.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

RACIONAIS MC'S - MV BILL e Fab Five Freddy -

MC TATI QUEBRA BARRACO , MR CATRA e DJ RATINHO

Manifesto Neo-Anarchista!


Século XXI - Uma Odisséia na Terra
A vida ao avesso engendrada por botões e antenas
Não precisa mais de cabos, nem de fio-terra.
A Modernidade é uma sentença - falo da nova Era
Cuja evolução sem revolução te condena
A obesidade mórbida em frente a televisão
Lobotômia reversiva que injeta informação
Utilmente fútil para sua vida inútil
A única alternativa para expandir sua visão é...
Consumir o fungo podre deixado por Adão
Mas eles dizem não. 
Proíbem tudo para construir uma nova nação
De zumbis 
Magros ou torneados, com dentes clareados a laser
De pele acobreada pelo sol de Ipanema
Ou tostada por óleo de cozinha no piscinão
E dentes podres na fila de espera para uma reconstituição
Quem chega primeiro come o peixe
Quem chega por ultimo raspa o pirão
E o flagelado não tem mais espaço na cidade, 
terá de voltar para o sertão
Neo-imperialismo tupiniquim 
Bolivianos escravizados por chineses, coreanos e japas espadachins 
Valem menos que os cabeças-chatas vindos de Quixeramobim
É o mercado - o tráfico - Saara Carioca - 25 de Março
Neofascismo tupiniquim
Vende a imagem da policia que nunca vi
Para a sociedade demagogicamente perfeita que virá existir
Na Nova Ordem Social Tetraplégica 
Marginais lutam pela paz fumando maconha, escutando jazz
Vomitando palavras desagradáveis aos intelectuais 
De Merda fizeram tijolos para uma nova fortaleza
Construída por Naia, habitada por ternos e gravatas
Mas o teto só desaba na cabeça de quem não tem nada
Merda cai - Merda suja tudo 
Crianças limpam a mão suja de merda no muro
Branco como a mente da geração sem ideologia
Loucos e tolos, drogados pela rotina
Assassina - extermina - criancinhas
Trancando Erê na casa de repouso para idosos
Não há alegria, só a ilusão dos dias
O que diria Zé Pelintra ?
Os dias passam tão rápidos quanto uma Ferrari numa autoban alemã
Sentido Berlim Amsterdã
Peneira, dilui, aperta, enrola ou bola , evapora
Num minuto de paz os vermes "brota" - Explora
Vagabundo desconhece o poder de sua prole
No centro de tudo está a ignorância…
…ENORME…
A arrogância de quem sabe tudo de nada 
E nada sabe de tudo que está 
Na pista - Tá ligado - Insista
Antes que alguém jogue a própria filha
Brincando de família Nardone
Pela janela que não passa nenhuma brisa 
Se esconde…
É primavera - Rio de Janeiro - 24 de dezembro - Véspera de Natal  
O cérebro cozinha lentamente a quarenta graus
Tanques de guerra desfilam amebas camufladas pela cidade
Verde de enjôo pela falta de esperança que a TV sempre alcança
Faz-se crer que o poder deve ser daqueles que você tem de temer
Tipo os Homens de preto que constroem o respeito impondo o medo
Executivos, políticos, traficantes, policiais, milicianos, 
corretores, padres, pastores, apresentadores de telejornais
Arautos desses dias infernais 
Faca entre os dentes - espeta o crânio - sobram correntes
Em pés negros esfolados pelo chão quente
Escorre sangue pelas narinas quando travam os dentes
É sangue nordestino presente
E sangue europeu decadente
Encarnando a cerne transparente
Do homem sem nome que vive descontente
Para ter um objetivo aparente.
E quem está ciente de quê?
Fazer arte pela arte pois a arte é
Ou deixou de ser quando foi
Se vender e exercer o poder de persuadir
Se você não sabe de nada
Sei menos que você sobre o que possa vir
Porque entre o rei do pó e o mecenas da cultura fútil
Obesos engravatados chafurdam como porcos entre ossos 
Modais, Globais, Sacais! "Só pra ficar bonito" nas colunas sociais
E quem quer mais…o pó vem na bandeja de prata
A pedra neguinho fuma na lata 
Morre e prolifera mais do que barata
Neofascismo Tupiniquim 
Morde - assopra - sangra e mata
Só preto ou branco pobre no fio da navalha
No fogo cruzado, inúmeras baixas
Genocídio ou controle demográfico
Policia mata primo que mata sobrinho no morro vizinho
Esquisito? nem um pouco pra quem convive com bandido
É tudo grão da mesma espiga de milho
Farinha do mesmo saco - pó do mesmo morro
O dia passa - Na noite canta boca de lata
No leblon Madame chora porque teve a janela quebrada
Perfurada pelo tiro da bala que de perdida não tem nada
E tão pouco fora achada na cabeça exata.
Uma desgraça! Calamidade!
O rico está conhecendo sua própria cidade
É a democracia da violência invadindo a outra metade
Devorando os obcecados pela aparência
Refletindo em suas caras a falta de decência
Por nunca terem tido tenência de apenas tentar
Mudar porque tudo tem de mudar
Porque a natureza da natureza é mudar
As flores, os insetos, os vagabundos, os marginais
Estão sempre em mutação
Só não muda quem tem dinheiro na mão
Só não muda quem não conhece a podridão
Só não muda quem não conhece a escuridão
A solidão romanticamente idealizada pela beleza
Do sentimento abstrato sentenciado por Platão
Tão turvo ou tão claro - embaçando a vista 
Não se enxerga a um palmo além da revista
As magazines sensacionalistas - Glamour
O degradado - Sexo Drogas & Rock n`Roll
Na balada durante dezesseis horas 
A base de tudo - Menos Coca-Cola 
Sobram  sobrenomes - etiquetas - bocetas, cus e pirocas
Promiscuidade ou vanguarda? 
Culto a Baco ou putaria desavergonhada
Sexo com alegria, sem segurança ou caretice suburbana
Inconseqüência da elegância ou excesso de arrogância 
Carioca provinciana - Alta sociedade paulistana - caipira
Sorria - satanás bate ponto como nós, meros mortais
7h - 13h - 19h quem quer se livrar de seus males
Ninguém da a cara a tapa
É preciso sair da cortina de fumaça
E verbalizar todo sentimento reprimido
Dizendo foda-se ao seu alter-ego  assassino
Insisto - reafirmo
A convicção não passa de burrice
Do 8 ao 80 tem sempre alguém censurando os limites
Exprime as figuras que surgem da mente inquieta
Agradeça a deusa da morte de oito braços e duas pernas
A revolução se faz entre os dedos amarelos
Destrua antes que destrua…sem por quê?
Ninguém dirá se está certo ou errado
Espere sem pretensão o julgue do tempo
Como deixo a mente fluir entre meus dedos amarelos
Consumo anarquicamente o que não quero
E o que quero me deleito pecaminosamente.